STJ mantém prisão de juíza que usava servidores como empregados
Por unanimidade, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação da juíza Sonja Farias Borges de Sá a três anos e três meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de peculato-desvio. A magistrada foi acusada de utilizar servidores comissionados do Judiciário para funções de caráter pessoal e doméstico, como babá […]




















