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Saúde

Rondônia recebe mais de 5 mil doses da vacina contra a covid-19

As vacinas ofertadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são as mais atualizadas contra as cepas em circulação e são priorizadas para os grupos mais vulneráveis

O Governo Federal enviou recentemente 5.304 doses da vacina contra a covid-19 para Rondônia, integrando o total de 2,2 milhões de doses distribuídas a todos os estados e ao Distrito Federal nesta remessa. Com isso, o total de doses distribuídas pelo Ministério da Saúde nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões, garantindo estoque suficiente para atender à demanda regional.

As vacinas ofertadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são as mais atualizadas contra as cepas em circulação e são priorizadas para os grupos mais vulneráveis. Segundo o diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti, “as vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”.

A distribuição das vacinas é de responsabilidade das secretarias estaduais e municipais de saúde, que gerenciam os estoques, controle de validade e aplicação das doses. O envio é realizado por pauta automática, baseada na estimativa da população-alvo e no número de doses aplicadas. Estados podem solicitar remessas adicionais quando necessário.

Entre janeiro e março de 2026, Rondônia já havia recebido 38.306 doses, com parte delas já aplicadas. A nova remessa reforça a cobertura vacinal para crianças, adultos e grupos especiais, incluindo idosos, gestantes, pessoas imunocomprometidas, trabalhadores da saúde, comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, população privada de liberdade e pessoas em situação de rua.

O Ministério da Saúde reforça a importância de manter o esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos mais vulneráveis, como forma de prevenir complicações graves da covid-19. Até 11 de abril de 2026, Rondônia registrou 62.586 casos de síndrome gripal por covid-19 e 188 óbitos por síndrome respiratória aguda grave associada à doença.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar sua situação vacinal e manter a imunização em dia.

Fonte: Humor Rondoniense

Saúde

Governo Federal investe quase R$ 3 milhões para construção de novo CAPS em Rondônia

O serviço atenderá adultos, crianças e adolescentes

A Prefeitura de Ariquemes, em parceria com o Governo Federal por meio do programa Novo PAC, deu início oficial ao processo de construção do novo Centro de Atenção Psicossocial para Álcool e Outras Drogas (CAPS AD) na cidade. O aviso de licitação, publicado nesta semana, prevê um investimento de R$ 2.873.147,74 para a obra, que será realizada sob o regime de empreitada por preço unitário.

O novo CAPS AD tem como objetivo ampliar a oferta de tratamento gratuito e acolhimento 24 horas para pessoas com problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas na região do Vale do Jamari. A unidade contará com estrutura moderna, incluindo consultórios, espaços de convivência e áreas destinadas a oficinas terapêuticas, visando a reintegração social dos pacientes.

O serviço atenderá adultos, crianças e adolescentes, em conformidade com as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente, reforçando o caráter comunitário do atendimento e o acesso da população a serviços de saúde mental de qualidade.

Além de tratar a dependência química como questão de saúde pública, a construção do novo centro busca reduzir os impactos sociais da drogadição, incluindo efeitos na segurança pública e no convívio comunitário. Ariquemes, que possui uma população de 109.170 habitantes, terá com a nova unidade um equipamento essencial para atender a crescente demanda por cuidados em saúde mental na região.

Fonte: Humor Rondoniense

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Saúde

Anvisa atualiza limites de cúrcuma em suplementos alimentares

Instrução normativa também aprimora rótulos para esclarecer riscos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou nesta quarta-feira (22) as regras para suplementos alimentares com cúrcuma, também conhecida como açafrão.

Publicada no Diário Oficial da Uniãoa instrução normativa ajusta os limites de uso da substância e aprimora rótulos, para proteger consumidores de riscos à saúde.

Em nota, a Anvisa informou que a atualização foi motivada após a identificação, no cenário do monitoramento pós-mercado, de possível risco de danos ao fígado associado ao uso de suplementos e medicamentos com cúrcuma. 

Em março, a agência chegou a publicar um alerta de farmacovigilância, para advertir pessoas que fazem uso dos produtos a respeito dos riscos.

A Anvisa esclareceu, na época, que o risco de toxicidade não está relacionado ao uso da cúrcuma para o preparo de alimentos no dia a dia. O alerta envolvia apenas medicamentos e suplementos, nos quais as concentrações são maiores.

O alerta se baseou em avaliações internacionais que identificaram casos suspeitos de intoxicação hepática em pessoas que utilizaram produtos com cúrcuma ou curcuminoides.

“O problema está associado especialmente a formulações e tecnologias que promovem um aumento na absorção da curcumina em níveis muito acima do consumo normal”, destacou a Anvisa.

Confira as três principais atualizações

  • Inclusão obrigatória da seguinte advertência na rotulagem dos suplementos: “Este produto não deve ser consumido por gestantes, lactantes, crianças, pessoas com doenças hepáticas, biliares ou com úlceras gástricas. Pessoas com enfermidades e/ou sob o uso de medicamentos, consulte seu médico.”
  • Os limites de consumo da curcumina devem ser calculados pela soma de seus três principais componentes (curcuminoides totais).
  • Inclusão dos tetraidrocurcuminoides na lista de ingredientes permitidos, com restrição de mistura desse novo componente com o extrato natural da planta no mesmo produto, para evitar sobrecarga da substância no organismo.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Ministério da Saúde decide não incluir vacina contra meningite B no SUS. Entenda!

O Ministério da Saúde decidiu manter a vacina contra a meningite do tipo B fora do calendário básico de vacinação infantil do SUS, e a notícia caiu como aquele boleto inesperado: ninguém queria, mas já estava no Diário Oficial da União de 17 de abril.

Na prática, nada muda e isso já diz muita coisa. O imunizante, voltado ao sorogrupo mais comum da doença meningocócica no Brasil, continua disponível apenas na rede privada. Ou seja, proteger o bebê contra esse tipo específico de meningite segue sendo um privilégio de quem pode pagar.

E pagar não é pouco. Cada dose custa entre R$ 600 e R$ 750. Como o esquema vacinal exige de duas a três aplicações no primeiro ano de vida, além de reforço, a conta facilmente ultrapassa os R$ 2 mil. Em tempos de inflação, parece até financiamento de moto — só que sem a moto.

Enquanto isso, o SUS continua oferecendo vacinas contra outros tipos da bactéria, como os sorogrupos C e ACWY. O tipo B, por sua vez, fica naquele limbo: importante, comum, mas fora do orçamento oficial.

Existe, porém, uma brecha. A vacina pode ser utilizada em situações específicas, como em pessoas com imunidade comprometida ou em casos de surtos localizados. É aquela lógica do “usa quando dá problema”, que não chega a ser exatamente preventiva, mas também não deixa de ser uma estratégia.

Especialistas apontam que esse modelo mais restrito pode ampliar a proteção em grupos de maior risco sem gerar o impacto financeiro de uma campanha nacional. Traduzindo: protege quem mais precisa, mas sem estourar o cofre público.

A decisão, no entanto, não é definitiva para sempre. A própria portaria prevê revisão caso surjam novas evidências científicas, mudanças no preço da vacina ou dados mais atualizados sobre o impacto da doença. Em outras palavras, ainda pode mudar — mas não hoje.

Vale lembrar que a meningite meningocócica, apesar de rara, é extremamente grave. A evolução é rápida e pode levar à morte ou deixar sequelas severas, principalmente em crianças pequenas. Por isso, vacinação continua sendo a principal forma de prevenção — ainda que, no caso do tipo B, seja uma prevenção com etiqueta de preço.

No fim das contas, fica o recado implícito: a ciência avança, as vacinas existem, mas o acesso ainda depende de uma variável bem brasileira — o bolso.

Referências e fontes

Portal Léo Dias.
Ministério da Saúde. Portaria publicada no Diário Oficial da União em 17 de abril de 2026.
Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). Relatórios e recomendações sobre vacinas meningocócicas.
Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Informações sobre calendário vacinal e meningite meningocócica.
Organização Mundial da Saúde (OMS). Dados sobre meningite e estratégias de imunização.

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