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“NÃO TEM MENTE CRIMINOSA” – Advogado de Nicolas Buranello afirma que cliente nega envolvimento na morte de médico Lucas Macedo

A prisão de Nicolas foi cumprida pela Polícia Militar após uma denúncia anônima

O advogado Fabrício Bariane, responsável pela defesa de Nicolas Gomes Buranello, afirmou nesta sexta-feira (14) que o cliente nega participação na morte do médico residente Lucas Macedo Martins, encontrado morto dentro de uma sepultura no Cemitério Santo Antônio, em Porto Velho.

Durante entrevista à imprensa, o advogado informou que Nicolas permaneceu em silêncio durante o procedimento realizado com a delegada responsável pelo caso, acompanhado pela defesa. Segundo ele, a orientação foi garantir o direito constitucional do investigado de não prestar declarações neste momento.

A defesa afirmou que Nicolas não seria o autor da morte do médico e questionou a ligação dele com o crime. Segundo o advogado, o envolvimento do cliente estaria relacionado apenas à situação envolvendo o veículo da vítima, mas não ao homicídio.

“Ele não é responsável pela morte do jovem Lucas”, afirmou o advogado durante a entrevista, ressaltando que a investigação ainda precisa esclarecer a participação de cada envolvido.

Sobre o fato de Nicolas ter sido localizado em uma pousada em Jaci-Paraná, após ser considerado foragido pela Justiça, a defesa afirmou que ele teria se escondido por medo de ser preso por um crime que, segundo o advogado, não teria cometido.

O advogado também comentou informações divulgadas pela Polícia Civil sobre possíveis antecedentes envolvendo Nicolas. Segundo a defesa, existem registros relacionados a outros casos, mas não haveria condenação definitiva por homicídio e os fatos não teriam ligação comprovada com a morte de Lucas Macedo.

A prisão de Nicolas foi cumprida pela Polícia Militar após uma denúncia anônima. Ele passou por procedimentos legais e deverá permanecer no sistema prisional enquanto o inquérito policial continua.

O médico Lucas Macedo, de 32 anos, desapareceu no final de julho e foi encontrado morto dentro de uma sepultura no Cemitério Santo Antônio. A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio (roubo seguido de morte).

A investigação segue em andamento para esclarecer a dinâmica do crime, identificar todos os envolvidos e reunir novas provas. As declarações apresentadas pela defesa representam a versão do acusado e ainda serão analisadas junto aos demais elementos do inquérito.

Fonte: Humor Rondoniense

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