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EUA

Trump anuncia aumento da pressão dos EUA sobre Rússia para encerrar guerra na Ucrânia

Foto: Chris McGrath/Getty Images - Matéria com informações do Metrópoles

Após acordo de paz em Gaza, presidente norte-americano diz que aliados ocidentais intensificam esforços diplomáticos contra Moscou

Escalada diplomática em Washington

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (9) que os EUA e seus aliados europeus estão ampliando a pressão sobre a Rússia para encerrar a guerra na Ucrânia. A declaração foi dada durante encontro com o presidente da Finlândia, Alexander Stubb, na Casa Branca. “Estamos aumentando a pressão. Estamos aumentando juntos. Estamos todos aumentando”, declarou o republicano.

Trump destacou ainda o papel da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que, segundo ele, tem sido “excelente” no apoio à Ucrânia. O presidente ressaltou que os EUA estão “vendendo muitas armas à aliança”, e que a maior parte do armamento “vai diretamente para o front ucraniano”.

Tensão com o Kremlin

A fala do norte-americano ocorre em meio ao recrudescimento das tensões entre Washington e Moscou. Na última terça-feira (7), o Kremlin criticou a possibilidade de envio de mísseis Tomahawk à Ucrânia, classificando o movimento como uma “espiral perigosa de escalada”. O porta-voz russo Dmitry Peskov alertou que os projéteis poderiam “ser equipados com ogivas nucleares”, elevando o risco de confronto direto entre as potências.

A crise ocorre menos de dois meses após a cúpula entre Trump e Vladimir Putin, no Alasca, que havia sinalizado uma tentativa de reaproximação diplomática. Desde então, as trocas de declarações entre ambos voltaram a ser duras. Trump chamou a Rússia de “tigre de papel”, enquanto Putin retrucou dizendo que “talvez a própria Otan seja o verdadeiro tigre de papel”.

Paralelo com cessar-fogo em Gaza

O anúncio da nova ofensiva diplomática contra a Rússia veio um dia após Trump declarar o fim da guerra em Gaza, após a assinatura de um acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas. O presidente norte-americano afirmou que o momento representa “um avanço significativo no Oriente Médio” e disse acreditar que o mesmo tipo de resolução pacífica pode ocorrer na Ucrânia.

“Assim como conseguimos um acordo em Gaza, acredito que o conflito no leste europeu pode acabar rapidamente se houver vontade política de ambas as partes”, afirmou Trump, destacando que pretende acompanhar pessoalmente as negociações para um possível acordo de paz entre Kiev e Moscou.

EUA

Rei Trump? Entenda o movimento de protesto “No Kings” que tomou as ruas dos EUA

Foto: Mario Tama/Getty Images - Matéria com informações do Metrópoles

Milhares marcharam neste sábado (18/10) contra o que chamam de “deriva autoritária” do governo Trump

Milhares de manifestantes tomaram as ruas de várias cidades dos Estados Unidos e também de capitais europeias neste sábado (18/10), em protestos organizados pelo movimento No Kings (“Sem Reis”, em tradução livre). O grupo denuncia o que classifica como tendências autocráticas do presidente norte-americano Donald Trump, que, segundo eles, estaria governando com poderes concentrados e pouca tolerância à oposição.

🇺🇸 Origem do movimento

O No Kings surgiu em junho de 2025, durante o desfile em comemoração ao aniversário do Exército dos EUA — evento que coincidiu com o 79º aniversário de Trump. Na ocasião, mais de 2 mil atos foram registrados em diferentes cidades do país, dando origem a uma mobilização permanente contra o que ativistas chamam de “ameaça à república americana”.

Desde então, o movimento cresceu rapidamente, atraindo sindicatos, estudantes, ex-militares e ativistas democráticos. O lema principal, “Nobody is king” (“Ninguém é rei”), se tornou símbolo da resistência civil ao que chamam de expansão do poder presidencial sem limites institucionais.

⚖️ Críticas ao governo Trump

Os manifestantes afirmam que o presidente vem usando as Forças Armadas e a máquina federal para consolidar uma forma de governo personalista e autoritária. Entre as principais acusações estão:

  • Intervenções federais em estados governados por opositores;
  • Uso político das forças de segurança;
  • Restrição de direitos civis e migratórios;
  • Desrespeito ao devido processo legal;
  • Enfraquecimento do sistema de freios e contrapesos entre Executivo, Legislativo e Judiciário.

“Os Estados Unidos nasceram de uma revolução contra um rei. Agora, vemos alguém tentando agir como um”, afirmou a ativista norte-americana Lena Morris, uma das organizadoras do ato em Washington.

🌍 Protestos internacionais e repercussão

O movimento ultrapassou as fronteiras americanas. Em cidades como Londres, Madri, Barcelona e Paris, norte-americanos residentes no exterior e simpatizantes europeus realizaram manifestações de solidariedade, empunhando faixas com dizeres como “Democracy is not a monarchy” (“Democracia não é monarquia”).

No Canadá, protestos ocorreram em frente às embaixadas dos EUA, especialmente em Ottawa e Toronto, reunindo grupos que pedem a defesa das liberdades democráticas e o respeito às instituições.

🏛️ Reação do governo e aliados

A Casa Branca reagiu com veemência. Em nota, o presidente Donald Trump rejeitou comparações com monarcas, afirmando que sua autoridade “emana do voto popular” e acusando os manifestantes de tentar “desestabilizar o país com pautas ideológicas radicais”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Mike Johnson, também criticou o movimento, chamando as manifestações de “antiamericanas e perigosas”. Em estados de maioria republicana, como Texas e Flórida, governadores mobilizaram a Guarda Nacional para “garantir a segurança pública” durante os atos.

🔎 O que está em jogo

Analistas políticos avaliam que o movimento No Kings representa o maior desafio civil à liderança de Trump desde sua reeleição. Para muitos, os protestos refletem temores crescentes de erosão democrática e de concentração de poder no Executivo, em um momento de tensão política e polarização sem precedentes.

“É um alerta simbólico — o povo dizendo que os Estados Unidos não foram feitos para ter reis”, resumiu o cientista político Robert Langston, da Universidade de Georgetown.

Com os protestos crescendo dentro e fora do país, o debate sobre os limites do poder presidencial nos EUA deve ganhar ainda mais força nos próximos meses.

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EUA

Trump concede Medalha Presidencial da Liberdade a Charlie Kirk, morto em ataque em setembro

Foto: Kevin Dietsch/Getty Images - Matéria com informações do Metrópoles

Viúva do ativista recebeu a maior honraria civil dos EUA em cerimônia na Casa Branca

Homenagem póstuma na Casa Branca
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu nesta terça-feira (14/10) a Medalha Presidencial da Liberdade — maior honraria civil do país — ao ativista conservador Charlie Kirk, fundador da organização Turning Point USA. A condecoração foi entregue postumamente à viúva, Erika Kirk, em cerimônia na Casa Branca.

A data escolhida para a homenagem coincidiu com o dia em que o ativista completaria 32 anos. Em seu discurso, Trump exaltou a trajetória de Kirk e o descreveu como “um guerreiro destemido pela liberdade e um patriota americano da mais profunda convicção”.

Reconhecimento e emoção
O republicano destacou a influência de Kirk entre os jovens conservadores norte-americanos e classificou o assassinato do ativista como “um ataque à liberdade de expressão e aos valores dos Estados Unidos”.

“Charlie foi assassinado no auge de sua vida por falar a verdade com ousadia, por viver sua fé e lutar incansavelmente por uma América melhor e mais forte”, afirmou Trump.

Ao entregar a medalha a Erika Kirk, Trump elogiou a coragem da viúva, que recentemente assumiu a liderança do Turning Point USA. “É uma honra estar acompanhado de uma mulher que suportou dificuldades indizíveis com uma força inacreditável. Erika, seu amor e coragem inspiram toda a nação”, disse.

Erika agradeceu a homenagem e ressaltou o legado do marido: “O apoio do presidente Trump e de milhões de americanos nos dá forças para continuar o trabalho que Charlie iniciou.”

Presença internacional
O presidente da Argentina, Javier Milei, que havia se reunido com Trump mais cedo, permaneceu na Casa Branca para participar da cerimônia. O gesto simbolizou o alinhamento político entre os dois líderes e o apoio mútuo em pautas de direita.

Histórico da honraria
Criada em 1963 pelo presidente John F. Kennedy, a Medalha Presidencial da Liberdade reconhece indivíduos que contribuíram de forma excepcional para a segurança nacional, a cultura, os direitos civis ou a paz mundial.

O assassinato de Charlie Kirk
Kirk foi baleado em 10 de setembro, enquanto discursava em um evento estudantil na Universidade Utah Valley, em Orem (Utah). O tiro partiu de um prédio localizado a cerca de 180 metros do auditório. O ativista chegou a ser socorrido em estado crítico, mas morreu horas depois no hospital.

O atirador, Tyler Robinson, de 22 anos, foi preso no dia seguinte. Segundo o FBI, o DNA do suspeito foi encontrado na arma usada no crime, um rifle de alta potência. Próximo ao local, os investigadores encontraram munições com frases provocativas escritas à mão, incluindo “Ei, fascista! Pegue!” e “Oh bella ciao”.

A morte de Charlie Kirk provocou ampla comoção entre políticos conservadores e líderes religiosos, que o classificaram como “mártir da liberdade de expressão”.

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EUA

Trump chega ao Egito para assinar acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas

Foto: Chip Somodevilla/Getty Imagens - Matéria com informações do Metrópoles

Cúpula da Paz reúne mais de 20 líderes mundiais em Sharm el-Sheikh e marca nova fase no Oriente Médio

Assinatura do acordo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou nesta segunda-feira (13/10) a Sharm el-Sheikh, no Egito, para participar da Cúpula da Paz que oficializará o acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas. A cerimônia contará com a presença de mais de 20 líderes mundiais, incluindo chefes de Estado do Oriente Médio, Europa e Ásia.

Trump embarcou no Air Force One, escoltado por caças egípcios até a chegada ao país. O evento será co-presidido por Trump e pelo presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi, e simboliza o ponto final de um dos conflitos mais duradouros e violentos da região.

Segundo comunicado da presidência egípcia, o objetivo da cúpula é “encerrar a guerra na Faixa de Gaza, intensificar os esforços pela paz e inaugurar uma nova era de estabilidade e segurança no Oriente Médio”.

Líderes presentes

Entre os participantes confirmados estão o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan; o rei Abdullah II, da Jordânia; o emir do Catar, Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani; o rei Hamad bin Isa Al Khalifa, do Bahrein; o presidente da Palestina, Mahmoud Abbas; o presidente da Indonésia, Prabowo Subianto; o presidente da França, Emmanuel Macron; e o líder cipriota Nikos Christodoulides, entre outros.

A lista de convidados foi elaborada pelo governo egípcio e inclui representantes da ONU e do governo norte-americano, reconhecidos pelo papel desempenhado nas negociações de paz e na libertação dos reféns israelenses.

Etapas do cessar-fogo

O acordo — anunciado por Trump na semana passada — já entrou em vigor, com a libertação de 20 reféns israelenses pelo Hamas e a soltura de mais de 2 mil prisioneiros palestinos, incluindo 250 condenados à prisão perpétua.

A medida integra a quinta fase do plano de paz, que prevê também a retirada gradual das tropas israelenses e o início da reconstrução da Faixa de Gaza, financiada por países árabes e apoiada por organismos internacionais.

“O impossível foi feito”, diz Trump

Antes de embarcar para o Egito, Donald Trump afirmou que o acordo “representa um novo começo para Gaza e para o Oriente Médio”, destacando o papel diplomático dos Estados Unidos.

“Fizemos o impossível. Este acordo não é apenas o fim de uma guerra, mas o início de uma nova era de paz e reconstrução”, declarou o presidente norte-americano.

A assinatura do pacto em solo egípcio simboliza o maior avanço diplomático da década na região e consolida o Egito como mediador central na estabilização política do Oriente Médio.

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