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EUA

Rei Trump? Entenda o movimento de protesto “No Kings” que tomou as ruas dos EUA

Foto: Mario Tama/Getty Images - Matéria com informações do Metrópoles

Milhares marcharam neste sábado (18/10) contra o que chamam de “deriva autoritária” do governo Trump

Milhares de manifestantes tomaram as ruas de várias cidades dos Estados Unidos e também de capitais europeias neste sábado (18/10), em protestos organizados pelo movimento No Kings (“Sem Reis”, em tradução livre). O grupo denuncia o que classifica como tendências autocráticas do presidente norte-americano Donald Trump, que, segundo eles, estaria governando com poderes concentrados e pouca tolerância à oposição.

🇺🇸 Origem do movimento

O No Kings surgiu em junho de 2025, durante o desfile em comemoração ao aniversário do Exército dos EUA — evento que coincidiu com o 79º aniversário de Trump. Na ocasião, mais de 2 mil atos foram registrados em diferentes cidades do país, dando origem a uma mobilização permanente contra o que ativistas chamam de “ameaça à república americana”.

Desde então, o movimento cresceu rapidamente, atraindo sindicatos, estudantes, ex-militares e ativistas democráticos. O lema principal, “Nobody is king” (“Ninguém é rei”), se tornou símbolo da resistência civil ao que chamam de expansão do poder presidencial sem limites institucionais.

⚖️ Críticas ao governo Trump

Os manifestantes afirmam que o presidente vem usando as Forças Armadas e a máquina federal para consolidar uma forma de governo personalista e autoritária. Entre as principais acusações estão:

  • Intervenções federais em estados governados por opositores;
  • Uso político das forças de segurança;
  • Restrição de direitos civis e migratórios;
  • Desrespeito ao devido processo legal;
  • Enfraquecimento do sistema de freios e contrapesos entre Executivo, Legislativo e Judiciário.

“Os Estados Unidos nasceram de uma revolução contra um rei. Agora, vemos alguém tentando agir como um”, afirmou a ativista norte-americana Lena Morris, uma das organizadoras do ato em Washington.

🌍 Protestos internacionais e repercussão

O movimento ultrapassou as fronteiras americanas. Em cidades como Londres, Madri, Barcelona e Paris, norte-americanos residentes no exterior e simpatizantes europeus realizaram manifestações de solidariedade, empunhando faixas com dizeres como “Democracy is not a monarchy” (“Democracia não é monarquia”).

No Canadá, protestos ocorreram em frente às embaixadas dos EUA, especialmente em Ottawa e Toronto, reunindo grupos que pedem a defesa das liberdades democráticas e o respeito às instituições.

🏛️ Reação do governo e aliados

A Casa Branca reagiu com veemência. Em nota, o presidente Donald Trump rejeitou comparações com monarcas, afirmando que sua autoridade “emana do voto popular” e acusando os manifestantes de tentar “desestabilizar o país com pautas ideológicas radicais”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Mike Johnson, também criticou o movimento, chamando as manifestações de “antiamericanas e perigosas”. Em estados de maioria republicana, como Texas e Flórida, governadores mobilizaram a Guarda Nacional para “garantir a segurança pública” durante os atos.

🔎 O que está em jogo

Analistas políticos avaliam que o movimento No Kings representa o maior desafio civil à liderança de Trump desde sua reeleição. Para muitos, os protestos refletem temores crescentes de erosão democrática e de concentração de poder no Executivo, em um momento de tensão política e polarização sem precedentes.

“É um alerta simbólico — o povo dizendo que os Estados Unidos não foram feitos para ter reis”, resumiu o cientista político Robert Langston, da Universidade de Georgetown.

Com os protestos crescendo dentro e fora do país, o debate sobre os limites do poder presidencial nos EUA deve ganhar ainda mais força nos próximos meses.

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