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PRIVATIZAÇÃO – Manutenção do Rio Madeira entra no radar do governo para ampliar competitividade logística
Projeto prepara o terreno para futuras concessões hidroviárias
A dragagem do Rio Madeira entrou no Novo PAC do Governo Federal, mas a promessa de melhorar a navegação no estado pode acabar custando mais caro do que se imagina para a população rondoniense. A licitação, publicada em 31 de dezembro de 2025, visa garantir a navegabilidade contínua do rio, essencial para o transporte de produtos da região. No entanto, a medida traz à tona uma nova cobrança que pode sobrecarregar os moradores locais, já acostumados com os altos custos impostos por ações do governo.
O plano de dragagem inclui a remoção de sedimentos que afetam a navegação, especialmente em períodos de estiagem, e atenderá pontos críticos, como o Furo Canal dos Anjos e o trecho entre a BR-230 e a foz do rio, regiões fundamentais para o abastecimento de alimentos, combustíveis e insumos. A questão é que, embora o governo afirme que a dragagem vai beneficiar a população, a medida pode vir acompanhada de novos custos, especialmente para aqueles que dependem da hidrovia para transporte de mercadorias e serviços essenciais.
Com 1.060 km de extensão entre Porto Velho e Itacoatiara (AM), a hidrovia do Madeira já é uma das principais rotas do Norte para grãos, minérios e cargas gerais, mas a manutenção dessas vias aquáticas tende a ser mais um fardo para os moradores de Rondônia. O governo destinou mais de R$ 500 milhões ao fortalecimento das hidrovias, mas, ao que parece, a população rondoniense é que pagará o preço por essa “modernização” por meio de novos encargos.
O ministro Silvio Costa Filho garante que a manutenção da hidrovia vai evitar o isolamento de comunidades ribeirinhas e promover o desenvolvimento regional, mas será que a população realmente será beneficiada? Ou será apenas mais uma desculpa para justificar o aumento de tarifas e impostos sobre os rondonianos?
Enquanto o governo federal se prepara para abrir leilões de concessões hidroviárias e aumentar a participação privada, é a população que, mais uma vez, pode acabar pagando a conta. A licitação, marcada para 15 de janeiro de 2026, não divulga detalhes sobre os custos para os cidadãos, mas o sentimento é de que, em vez de um benefício, a dragagem pode ser apenas mais uma imposição sem diálogo com quem realmente sofre com os impactos diretos dessas decisões.
Fonte: Humor Rondoniense
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