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GOELA ABAIXO – Pedágio eletrônico na BR-364 entra em vigor no dia (12/01) e gera revolta entre rondonienses
Cobrança eletrônica autorizada pela ANTT terá valores reajustados e impacta motoristas de Porto Velho a Vilhena
A partir do dia 12 de janeiro, a vida dos motoristas que trafegam pela BR-364, em Rondônia, vai se tornar mais cara. A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) autorizou o início da cobrança do pedágio eletrônico, administrado pela Nova 364 Concessionária de Rodovia, nos sete pórticos ao longo do trecho entre Porto Velho e Vilhena. E, como sempre, quem vai pagar a conta é o contribuinte rondoniense.
O pedágio será cobrado de acordo com a quantidade de eixos dos veículos e inclui valores que variam de R$ 5,40 a R$ 35,40, dependendo do ponto de cobrança e do tipo de veículo. Esses valores foram reajustados em 9,55%, com base no IPCA, o que significa um impacto ainda maior no bolso dos motoristas que já enfrentam dificuldades econômicas.
Embora a concessionária e o governo aleguem que o pedágio é necessário para garantir a manutenção da rodovia e melhorias no tráfego, muitos rondoniense se perguntam: por que pagar mais por um serviço que já deveria ser oferecido pelo governo, considerando que a rodovia é uma das principais vias do estado? Ao invés de uma melhoria real na infraestrutura e na segurança, o que vemos é uma cobrança a mais, que vai pesar no orçamento de famílias e empresários locais.
Além disso, a promessa de “tecnologia” com o sistema Free Flow e os totens de pagamento nas bases de atendimento não parece ser a solução definitiva para os problemas enfrentados pelos motoristas. Ao invés de simplificar o processo, a novidade traz uma cobrança ainda mais difícil de acompanhar, com a necessidade de se registrar e pagar a passagem por diferentes canais e em diferentes momentos. Para quem não tem TAG ou acesso constante à tecnologia, a cobrança pode ser um pesadelo.
A justificativa de que a instalação da rede 4G e outras melhorias são avanços no serviço não ajuda a suavizar o fato de que, ao final, quem vai sentir o peso do pedágio é o contribuinte. Os motoristas já enfrentam longas distâncias, dificuldades de infraestrutura e segurança nas estradas, e agora terão de pagar mais por um serviço que deveria ser garantido pelo estado.
Em um cenário de crise, o pedágio na BR-364 representa um acréscimo no custo de vida para os rondoniense, que se vêem mais uma vez sendo obrigados a arcar com o custo de algo que deveria ser uma responsabilidade do poder público. O pedágio se torna uma cobrança “goela abaixo” que, em vez de melhorar a qualidade de vida no estado, coloca mais um peso financeiro na vida do rondoniense.
Fonte: Humor Rondoniense
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