Após receber alta, Hungria posa com equipe médica e agradece fãs
Hungria foi internado com suspeita de intoxicação por metanol na última quinta-feira (2/10) no Distrito Federal
O rapper Gustavo da Hungria Neves, conhecido como Hungria, apareceu ao lado da equipe médica do Hospital DF Star, em Brasília, onde estava internado desde quinta-feira (2/10), com suspeita de intoxicação por metanol. O artista, que recebeu alta neste domingo (5/10), compartilhou uma foto com os profissionais no Instagram e escreveu uma mensagem de agradecimento nas redes sociais.
“Primeiramente, agradeço a Deus por mais uma oportunidade de celebrar a vida e este dia. Sou grato a toda a equipe do Hospital DF Star e, em especial, ao Dr. Leandro Machado, que cuidou com dedicação da minha recuperação. Meu muito obrigado também a todos os fãs, amigos e familiares que, com orações, carinho e mensagens, tornaram esse momento mais leve e cheio de força. Hoje é um dia de vitória e gratidão!”, escreveu o cantor.
Hungria recebeu alta hospitalar neste domingo (5/10) e continuará os cuidados clínicos em casa, com acompanhamento ambulatorial. Segundo boletim divulgado no sábado (4/10), o artista apresentou melhora significativa no quadro de saúde, e o procedimento de hemodiálise, que vinha sendo realizado, foi suspenso.
O rapper havia sido internado com suspeita de intoxicação por metanol na última quinta-feira (2/10), após passar mal no Distrito Federal.
Caso D4vd: laudo de autópsia revela causa da morte de adolescente de 14 anos
A morte de Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, ganhou novos desdobramentos após a divulgação do laudo de autópsia pelas autoridades do Condado de Los Angeles. Segundo o relatório oficial, a causa da morte foi determinada como “múltiplos ferimentos penetrantes”, embora os objetos responsáveis não tenham sido identificados.
De acordo com promotores, a adolescente teria sido assassinada pelo músico indie pop D4vd, cujo nome legal é David Burke. O corpo da jovem foi encontrado em setembro, desmembrado e acondicionado em sacos para cadáveres dentro do porta-malas de um veículo Tesla registrado em nome do artista. Um segundo saco com outros restos mortais também foi localizado no mesmo local.
O relatório do legista aponta a presença de dois ferimentos penetrantes no torso, possivelmente causados por arma branca, além do desmembramento dos membros superiores e inferiores. No entanto, os peritos destacaram que a análise foi prejudicada por “extensas alterações pós-morte”, incluindo o avançado estado de decomposição, o que impossibilitou determinar o horário exato da morte.
As autoridades mantiveram essas informações sob sigilo durante parte da investigação. A divulgação ocorreu após decisão judicial no mesmo dia em que D4vd se declarou inocente das acusações de homicídio em primeiro grau e outros crimes.
Segundo a promotoria, Celeste desapareceu em abril de 2025, após ir a uma residência alugada pelo músico na região de Hollywood Hills. O carro onde os restos mortais foram encontrados permaneceu abandonado por semanas em um bairro próximo, até ser rebocado para um pátio de apreensão. Funcionários do local relataram um forte odor vindo do veículo, o que levou ao acionamento das autoridades.
A família da vítima já havia registrado seu desaparecimento anteriormente. Em nota, o advogado dos pais afirmou que eles estão “absolutamente devastados” com os resultados da autópsia.
D4vd, que ganhou notoriedade em 2022 após viralizar no TikTok com músicas gravadas no celular — incluindo o sucesso “Romantic Homicide” — construiu uma carreira ascendente no cenário indie, chegando a se apresentar no festival Coachella em 2025.
Durante audiência recente, sua defesa, liderada pela advogada Blair Berk, afirmou que “as provas concretas demonstrarão que David Burke não assassinou Celeste nem foi responsável por sua morte”.
Já o promotor Nathan Hochman declarou que os investigadores acreditam que o músico mantinha um relacionamento sexual com a adolescente, o que levou à inclusão de acusações adicionais, como crimes sexuais e mutilação de cadáver.
O caso segue em investigação e deve avançar nas próximas etapas judiciais, enquanto levanta forte comoção pública e questionamentos sobre as circunstâncias da morte da jovem.
Crítica: “Michael” é um espetáculo emocionante, mas tem medo da verdade
Jaafar Jackson e Colman Domingo dominam a tela em uma experiência sensorial estrondosa que, apesar de emocionar os fãs, ameniza o histórico brutal da família
A dura tarefa de colocar nas telas do cinema a vida do maior showman de todos os tempos por muitos anos foi cercada de dúvidas e chegou a ser vista como um verdadeiro campo minado. Ainda assim, o diretor Antoine Fuqua decidiu encarar o desafio e estreia a aguardada cinebiografia Michael, um projeto que já nasce carregado de expectativas monumentais.
Com sessões especiais disponíveis desde terça-feira (21/4) em diversos cinemas do Brasil, o longa entrega um espetáculo musical eletrizante, impulsionado por atuações marcantes. Ao mesmo tempo, a produção tropeça ao tentar promover uma espécie de higienização da trajetória do protagonista.
Logo no início, o jovem Juliano Krue Valdi conquista o público com uma interpretação impactante de Michael Jackson na infância. Sua presença em cena impressiona, especialmente nas sequências musicais que retratam os primeiros ensaios do artista, criando momentos arrepiantes e cativantes.
O trabalho de direção de elenco se mostra fundamental para estabelecer uma conexão convincente entre o jovem intérprete e Jaafar Jackson, outro grande destaque da produção. Mesmo sendo estreante, Jaafar superou o ceticismo inicial e entrega uma atuação que foge da simples imitação. Ele absorve a essência do tio, revelando vulnerabilidade e genialidade com naturalidade. O resultado é magnético, com um desempenho corporal e vocal que, por si só, já justifica a experiência de assistir ao filme no cinema.
Quem também se destaca é Colman Domingo, que assume o papel do patriarca Joe Jackson. Sua atuação é intensa e complexa, trazendo à tona um homem movido por uma ambição sufocante, cuja rigidez ajudou a moldar o talento do filho ao mesmo tempo em que provocava danos psicológicos profundos.
No entanto, é justamente nesse ponto que a cinebiografia revela uma de suas maiores fragilidades. Ao longo dos anos, os relatos sobre Joe Jackson foram muito mais duros do que o retratado na tela. A segunda metade do filme sofre com problemas de ritmo e saltos temporais convenientes, evidenciando uma tentativa de suavizar e desviar de questões mais delicadas.
Essa escolha narrativa acaba afastando o longa de uma abordagem mais visceral. Em vez disso, a obra opta por uma estética de proteção, evitando explorar temas que poderiam gerar debates mais complexos sobre a vida pessoal e pública de Michael Jackson.
A direção de Antoine Fuqua acerta ao destacar aspectos marcantes da trajetória do artista, como o interesse por animais e o desejo de ajudar crianças. Porém, permanece a sensação de que faltou coragem para aprofundar temas mais controversos.
Nia Long interpreta Katherine Jackson, mãe do cantor, e sua presença levanta questionamentos sobre o papel de equilíbrio dentro de uma relação familiar tão conturbada. Com o envolvimento crescente do público nessa fase da história, aumenta também a expectativa de que possíveis continuações abordem questões mais sensíveis.
Do ponto de vista técnico, Michael é uma experiência sensorial que pede para ser vivida na tela grande. A direção acerta ao resgatar a energia única que Michael Jackson exercia sobre multidões, transformando o filme em um espetáculo sonoro e visual.
É uma produção grandiosa, pensada para ser sentida no volume máximo, como se o espectador estivesse diante de uma apresentação ao vivo do Rei do Pop. Mesmo com o roteiro evitando mergulhar nas turbulências que marcaram sua trajetória, o filme entrega emoção e deve agradar principalmente aos fãs, que encontrarão ali um retrato vibrante do legado musical de um dos maiores artistas da história.
Influenciadora rondoniense Treice Stering anuncia conversão ao cristianismo e mudança de imagem nas redes
A influenciadora rondoniense Treice Stering surpreendeu seguidores ao anunciar que está vivendo um processo de conversão ao cristianismo.
Com mais de 120 mil seguidores, Treice se tornou uma das figuras mais conhecidas do universo digital em Rondônia, destacando-se por conteúdos ligados à estética, viagens internacionais, lifestyle de alto padrão e registros ao lado de personalidades conhecidas.
Nos últimos dias, porém, a influenciadora publicou uma sequência de postagens indicando uma transformação pessoal e espiritual.
Em um dos vídeos, imagens antigas com roupas fitness foram acompanhadas da frase: “Você deixou de ser bonita aos olhos do mundo.”
Na sequência, fotos mais recentes com vestimentas discretas surgiram com a mensagem: “Para ser bonita aos olhos de Deus.”
A publicação foi acompanhada de um versículo bíblico do Evangelho de João 16:8.
A mudança de posicionamento chamou atenção e gerou forte repercussão nas redes sociais, dividindo opiniões entre apoio à nova fase e surpresa com a transformação.
Treice não detalhou se irá abandonar definitivamente os conteúdos ligados à moda e ao lifestyle, mas sinalizou que pretende alinhar sua imagem e sua produção digital aos princípios cristãos.
Nos bastidores digitais de Rondônia, a movimentação já é considerada uma das mudanças de posicionamento mais comentadas do ano.