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Aeroporto internacional passa a exigir sacos plásticos ziplock para líquidos em voos nacionais e internacionais
Passageiros que embarcam pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) enfrentaram longas filas e atrasos nesta quinta-feira (21) após o terminal passar a adotar de forma mais rígida as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) sobre transporte de líquidos em bagagem de mão.
A norma já previa que líquidos, géis e cremes deveriam estar em frascos de até 100 ml e acondicionados em sacos plásticos transparentes vedados, do tipo ziplock. Apesar disso, a exigência raramente era aplicada com tanto rigor, o que pegou muitos passageiros de surpresa.
Repercussão entre viajantes
Com a mudança repentina, viajantes precisaram reorganizar malas ainda na fila do raio-x ou descartar itens que não se enquadravam nas regras. Relatos apontam esperas de até 1h30 apenas para concluir a inspeção de segurança, especialmente no Terminal 3, responsável pelos embarques internacionais.
A intensificação da fiscalização acontece poucos dias após Guarulhos ter sido o único aeroporto do país reprovado em avaliação de segurança da Anac, o que pode ter motivado a medida. Até o momento, a administração do terminal não divulgou nota oficial.
Nas redes sociais, agências de viagem e influenciadores do setor passaram a alertar clientes sobre a necessidade de providenciar sacos ziplock antes da viagem e chegar com antecedência maior ao aeroporto — pelo menos três horas antes para voos internacionais e duas para nacionais.
O que dizem as regras
De acordo com a Anac, passageiros de voos internacionais ou que embarquem em áreas destinadas a esses voos devem seguir as seguintes restrições:
- Frascos de até 100 ml cada, incluindo líquidos, géis, pastas, cremes e aerossóis.
- Frascos acima desse limite não podem ser transportados, mesmo que parcialmente cheios.
- Todos os recipientes devem ser colocados em uma única embalagem plástica transparente, vedada, com capacidade máxima de 1 litro.
- O Aeroporto de Guarulhos reforça que a embalagem deve ser do tipo ziplock, com tamanho máximo de 20 cm x 20 cm.
Mais segurança ou transtorno?
Embora a medida siga protocolos internacionais de aviação, a questão que fica é: até que ponto exigir rigorosamente os sacos plásticos ziplock, em detrimento de outras formas de embalagem transparente, realmente aumenta a segurança dos passageiros?
Especialistas apontam que a regra busca padronizar a fiscalização e reduzir riscos de transporte de substâncias perigosas. No entanto, para muitos viajantes, a aplicação repentina sem comunicação prévia gera mais transtornos que benefícios imediatos, colocando em dúvida a real eficácia da medida em comparação ao impacto causado.
Enquanto passageiros reclamam da falta de aviso e dos atrasos, cresce o debate sobre o equilíbrio entre segurança aeroportuária e praticidade para quem viaja.
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