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Arte e ativismo: alunos e artistas transformam muro da Escola 21 de Abril em manifesto climático
O Projeto Megafone Ativismo apoia jovens ativistas ambientais brasileiros que trabalham com foco principal nas mudanças climáticas, utilizando a arte como ferramenta de transformação social. Recentemente, o projeto realizou uma ação na Escola Estadual de Ensino Fundamental 21 de Abril, localizada no Bairro Liberdade, em Porto Velho. Durante uma semana, 15 alunos da escola participaram de uma oficina de estêncil promovida pelo Ponto de Cultura ACME, sob a orientação de sete artistas plásticos locais e 20 artistas visuais que contribuíram de forma online. Juntos, eles criaram um mural artístico na fachada externa da escola, abordando a urgência do enfrentamento da crise climática que ameaça a Amazônia e o restante do país.
A ação em Porto Velho faz parte de uma mobilização que abrange todos os estados da Amazônia Legal e o Distrito Federal, organizada pelo projeto Megafone Ativismo. O objetivo é ampliar a conscientização sobre a urgência do tema e a necessidade de enfrentamento das causas e adaptação às consequências das mudanças climáticas. A iniciativa prevê a realização de murais artísticos em fachadas externas de instituições de ensino, em alusão ao Dia Nacional da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, celebrado em 16 de março.
O Projeto Megafone Ativismo é realizado por uma coalizão de organizações, incluindo Pimp My Carroça, Instituto Socioambiental, Engajamundo, Sumaúma Jornalismo e Associação Intercultural de Hip-Hop Urbanos da Amazônia. A coalizão faz parte da aliança Vozes Pela Ação Climática Justa, formada por projetos de toda a Amazônia. Além das ações artísticas, o projeto também promove o Prêmio Megafone de Ativismo, que está em sua quarta edição em 2025. As inscrições para o prêmio estão abertas de 6 de janeiro a 21 de fevereiro, e os premiados serão revelados em abril.
A iniciativa na Escola 21 de Abril contou com a participação ativa dos alunos, que ajudaram os artistas na pintura do mural. A professora Lúcia Lopes apoiou a ação desde o início e participou da oficina junto com os estudantes. Os artistas que participaram fisicamente da ação incluem Elisabeth Christofoletti, Nilson Carolino, Deivis Nascimento, Ariana Boaventura, Vida Boaventura, Sidarta Boaventura, Henrique Mamede e Joesér Alvarez. Artistas de outras regiões também contribuíram enviando suas artes para serem incorporadas ao mural.
Essa ação colaborativa destaca a importância da arte como ferramenta de conscientização e engajamento social, especialmente em temas cruciais como as mudanças climáticas que afetam diretamente a região amazônica e o planeta como um todo.
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