Política
Partido abre processos e deve expulsar Sabino, que insiste em permanecer no governo Lula
Ministro do Turismo desafia o União Brasil e pode perder a legenda por infidelidade partidária
O União Brasil abriu dois processos disciplinares contra o ministro do Turismo, Celso Sabino, que pode ser expulso da sigla após desafiar a direção nacional e decidir permanecer no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Mesmo após o partido romper oficialmente com o governo federal, Sabino tem insistido em não deixar o cargo, apostando em uma aliança com Lula para disputar o Senado pelo Pará em 2026.
⚖️ Processos e possível expulsão
Segundo informações apuradas pelo Metrópoles, a direção nacional do União Brasil designou dois relatores para conduzir os pedidos de punição por infidelidade partidária: o deputado Fabio Schiochet (SC) e a senadora Dorinha Seabra (TO).
Os procedimentos foram abertos após o ministro ignorar o prazo dado pela legenda para deixar o governo. Inicialmente, o desembarque deveria ocorrer até 2 de outubro, mas o partido antecipou a data para 18 de setembro, em meio ao agravamento do rompimento com o Planalto.
Sabino, porém, buscou apoio dentro do partido para adiar sua saída. Fontes próximas ao ministro afirmam que ele conta com o respaldo de uma ala minoritária da legenda e que, por isso, não pretende entregar o cargo.
Em um evento ao lado de Lula, na quinta-feira (2/10), Sabino reforçou a intenção de permanecer:
“Um partido jamais vai nos separar”, declarou, em referência à parceria com o presidente.
🧩 Risco político e disputa no Pará
A possível expulsão de Sabino pode gerar efeitos políticos e jurídicos. Ainda há dúvidas no União Brasil se a medida poderia resultar também na perda do mandato de deputado federal, atualmente licenciado.
Além disso, sem legenda, Sabino teria dificuldades para viabilizar sua candidatura ao Senado em 2026.
O ministro é presidente estadual do União Brasil no Pará e busca o apoio de Lula para enfrentar o grupo político do governador Helder Barbalho (MDB), que deve disputar uma das vagas no Senado e apoiar Chicão (MDB), atual presidente da Assembleia Legislativa, para a outra.
Com o MDB consolidando a base lulista no estado, Sabino precisaria encontrar um novo partido disposto a rivalizar com Helder — e, ao mesmo tempo, aceitar um alinhamento com o presidente Lula, cenário visto como improvável por analistas políticos.
🏛️ Federação com o PP e realinhamento político
O União Brasil anunciou recentemente uma federação com o Progressistas (PP), o que, na prática, transforma as duas legendas em um único bloco partidário pelos próximos quatro anos.
O objetivo da união é fortalecer a direita e preparar o lançamento de um candidato presidencial em 2026, em oposição a Lula.
Nesse contexto, o rompimento com o governo foi definido como passo estratégico inicial.
Enquanto o União já iniciou o processo de expulsão de Sabino, o clima no PP é mais contido. O presidente da sigla, Ciro Nogueira, deu prazo até terça-feira (7/10) para que o ministro do Esporte, André Fufuca, também deixe o cargo.
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