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PL da Anistia ganha novo nome e velhos articuladores
Ao ler que Michel Temer, Paulinho da Força e Aécio Neves se reuniram para discutir o destino do antigo PL da Anistia, a sensação é de que o tempo resolveu andar para trás. Mas, no Brasil, reencontros políticos quase nunca são milagre — são rotina.
Temer, aliás, nunca precisou de “ressurreição”. Mesmo atuando como consultor de grandes empresas, continua sendo chamado sempre que o cenário exige alguém capaz de apaziguar ânimos. Foi ele, por exemplo, quem ajudou Jair Bolsonaro a esfriar uma briga com Alexandre de Moraes, em 2021, quando redigiu a famosa “carta” do então presidente ao ministro do STF.
Agora, o ex-presidente aparece novamente no papel de bombeiro, tentando costurar um entendimento entre a Câmara e o Supremo em torno do projeto que trata da anistia (ou melhor, do ajuste de penas) para envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
De “Anistia” a “Dosimetria”
Na reunião na casa de Temer, em São Paulo, estavam Paulinho da Força, relator do texto escolhido por Hugo Motta, e Aécio Neves, que costuma aparecer sempre que há ministros do STF no circuito. Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, aliás, foram consultados por telefone durante o encontro.
Da conversa saiu a primeira decisão prática: trocar o nome do projeto. Agora, a proposta passou a ser chamada de PL da Dosimetria, em alusão à ideia de rever o peso das penas aplicadas pelo Supremo aos condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes. Anistia ampla, contudo, está fora de cogitação — especialmente para Jair Bolsonaro, que segue em prisão domiciliar e dificilmente verá sua pena de 27 anos reduzida por essa via.
Um jogo de velhos conhecidos
Paulinho da Força lembrou que seu partido, o Solidariedade, também apresentou uma ação para proteger ministros do STF de pedidos de impeachment — processo que caiu justamente nas mãos de Gilmar Mendes. Coincidência ou não, esses elos ajudam a explicar por que certos personagens continuam sendo peças-chave quando o assunto é “pacificar” crises entre Congresso e Judiciário.
Entre articulações discretas e telefonemas a ministros, a velha guarda mostra mais uma vez que, na política brasileira, o relógio parece funcionar em um fuso só dela. E, nesse ambiente, nada envelhece: nem os protagonistas, nem os métodos para manter tudo sob controle.
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