Rondônia está entre os poucos estados que não aderiram à proposta de subsídio ao diesel importado apresentada pelo Ministério da Fazenda, o que mantém os preços do combustível elevados no estado, especialmente na capital, Porto Velho.
Mais de 80% das unidades da Federação indicaram adesão à medida, que prevê um subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel importado por dois meses, dividido igualmente entre o governo federal e os estados. No entanto, Rondônia optou por não participar, o que significa que os motoristas locais não terão benefício na redução do preço do combustível.
O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou que a iniciativa é de caráter temporário e excepcional, voltada a conter a alta dos combustíveis provocada pelo conflito no Oriente Médio. A medida está prevista para ser publicada ainda esta semana, mas sua eficácia depende da adesão das unidades da Federação, que, no caso de Rondônia, não foi confirmada.
Segundo comerciantes e motoristas da capital, a falta de adesão do estado reforça o impacto da alta do diesel, refletindo no custo do transporte e em produtos e serviços que dependem do combustível.
A nota conjunta do Ministério da Fazenda e do Comsefaz ressalta que a iniciativa busca promover o diálogo entre União e estados para manter previsibilidade de preços, segurança no abastecimento e equilíbrio fiscal, mas o efeito sobre Rondônia será limitado, já que o estado não participa da medida.
Fonte: Humor Rondoniense







