Rondônia aparece em 2026 entre os estados com alíquotas de IPVA relativamente altas, especialmente quando comparado a estados vizinhos da Região Norte. Enquanto proprietários de veículos em Rondônia pagam:

  • 3% de IPVA sobre o valor venal dos automóveis,
  • 2% para motocicletas,
  • 1% para caminhões e ônibus,

o Acre, estado vizinho, adota uma das alíquotas mais baixas do país, com:

  • 2% para carros de passeio,
  • 1% para motocicletas, caminhões e ônibus,
  • além de oferecer desconto de 10% para quem paga o imposto à vista.

Essa diferença coloca Rondônia em uma posição menos vantajosa para os motoristas. Enquanto no Acre o IPVA é considerado um dos mais baratos do Brasil, em Rondônia o imposto pesa mais no bolso, sobretudo para quem possui automóveis.

👉 O impacto no orçamento
Para o proprietário de um carro popular, por exemplo, cada ponto percentual a mais na alíquota significa dezenas ou até centenas de reais a mais a serem pagos anualmente — dinheiro que poderia ser usado em manutenção do veículo, combustível ou despesas do dia a dia. Em tempos de inflação alta e custos crescentes, essa diferença se torna ainda mais significativa.

👉 Rondônia x Acre: comparação direta

EstadoIPVA AutomóveisIPVA MotocicletasIPVA Caminhões/Ônibus
Rondônia (RO)3%2%1%
Acre (AC)2%1%1%

Essa disparidade mostra que, mesmo entre estados vizinhos, as políticas de tributação sobre veículos podem variar bastante, refletindo prioridades fiscais distintas e-sempre com impacto direto no bolso dos motoristas.

Confira lista dos estados completa:

Mato Grosso do Sul – 6% (veículos a diesel); 5% (outros veículos)

Minas Gerais – 4% (automóveis); 3% (caminhonetes); 1% (caminhões e ônibus)

Rio de Janeiro – 4% (automóveis a gasolina/diesel); 1.5% (veículos híbridos/GNV); 0.5% (carros elétricos); 2% (ônibus e ciclomotores); 1% (caminhões)

São Paulo – 4% (automóveis); 2% (motocicletas e ônibus); 1.5% (caminhões)

Goiás – 3% (até 100 cv); 3.45% (acima de 100 cv); 1.25% (caminhões)

Amapá – 3% (automóveis); 1.5% (caminhões, ônibus e motocicletas)

Bahia – 3% (diesel); 2.5% (outros veículos); 1% (caminhões, ônibus e motocicletas)

Distrito Federal – 3% (automóveis); 2% (motocicletas); 1% (caminhões)

Rio Grande do Norte – 3% (carros e caminhonetes); 2% (motocicletas); 1% (caminhões); 1.5% (GNV); 1% (elétricos em 2026)

Rio Grande do Sul – 3% (carros e caminhonetes); 2% (motocicletas); 1% (caminhões)

Rondônia – 3% (automóveis); 2% (motocicletas); 1% (caminhões e ônibus)

Roraima – 3% (veículos de passeio, esportivos e de competição); 2% (transporte de carga)

Alagoas – 3.25% (acima de 160 HP); 2.75% (entre 151 cc e 400 cc); 3% (carros com até 160 HP); 2% (motocicletas com até 150 cc); 2.75% (acima de 150 cc)

Ceará – 3.5% (acima de 180 cv); 3% (101-180 cv); 2.5% (até 100 cv); 3.5% (acima de 300 cc para motocicletas); 2% (até 125 cc)

Tocantins – 3.5% (acima de 100 HP); 2.5% (até 100 HP); 3.5% (motocicletas acima de 180 cc); 2.5% (até 180 cc)

Maranhão – 3% (acima de R$150.000); 2.5% (até R$150.000); 2% (motocicletas acima de R$10.000); 1% (motocicletas até R$10.000)

Piauí – 3% (acima de R$150.000); 2.5% (até R$150.000); 1% (GNV)

Sergipe – 3% (acima de R$120.000); 2.5% (até R$120.000); 2% (motocicletas); 1% (ônibus e caminhões)

Pará – 2.5% (automóveis); 1% (caminhões, ônibus e motocicletas)

Paraíba – 2.5% (carros, motocicletas e micro-ônibus); 0% (elétricos)

Pernambuco – 2.4% (automóveis); 1.5% (GNV); 1% (caminhões); 1% (motocicletas até 50cc); 2% (motocicletas acima de 50cc)

Mato Grosso – 3% (acima de 1.0); 2% (até 1.0); 3% (motocicletas entre 181cc e 300cc); 1% (até 180cc)

Acre – 2% (automóveis); 1% (motocicletas, caminhões e ônibus)

Espírito Santo – 2% (automóveis); 15% de desconto à vista

Santa Catarina – 2% (automóveis); 1% (motocicletas, transporte de carga)

Paraná – 1.9% (automóveis); 6% de desconto à vista

Amazonas – 2% (acima de 1.000 cc); 1.5% (até 1.000 cc e híbridos/elétricos); 2% (ônibus e caminhões); 10%-15% de desconto à vista

Fonte: Humor Rondoniense