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O Secretário da SEJUS RO, Marcus Rito, é alvo de denúncias e falhas de segurança em presídios

A Secretaria de Estado da Justiça de Rondônia (SEJUS), sob a liderança de Marcus Rito, enfrentou sérias críticas e denúncias que comprometem a eficácia do sistema penitenciário do estado.
Concessão de Benefícios Controversos:
- João Luiz da Silva Filho (“Serial Killer de Porto Velho”): Considerado de alta periculosidade com quatro homicídios no histórico, foi agraciado com o benefício de “cela livre” após ser rotulado como de bom comportamento. Em 28 de fevereiro de 2025, após uma discussão banal, agrediu outro detento com uma barra de ferro e posteriormente foi descoberto pela penitenciária Urso Branco.
- Mauro José da Silva Neves: Ligado à facção criminosa Tropa da Revolução (TDR01), envolvido em crimes como tráfico de drogas, homicídios e comércio ilegal de armas, também recebeu o benefício de “cela livre”.
A gestão de Marcos Rito tem sido marcada por falhas graves na segurança dos presídios, facilitando fugas de detenções de alta periculosidade. A ausência de bloqueios de celular e a comunicação irrestrita dos presos com o mundo externo são apontadas como fatores que valorizam a fragilidade do sistema.
Além das questões operacionais, há denúncias envolvendo a conduta pessoal do secretário Marcos Rito, incluindo episódios polêmicos com uma ex-adjunta e estagiárias da SEJUS, levantando preocupações sobre a ética na administração pública.
A situação gerou manifestações públicas, como questionamentos na Assembleia Legislativa sobre a atuação de Marcos Rito à frente da SEJUS. Há um clamor por mudanças urgentes na liderança da secretaria, mudando a ordem e a segurança no sistema