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Malafaia critica uso de bandeira dos EUA em ato e promete proibição em novas manifestações

Foto: Danilo M. Yoshioka - Matéria com informações do Metrópoles

O pastor Silas Malafaia, um dos principais organizadores das manifestações bolsonaristas na Avenida Paulista, em São Paulo, afirmou que vai proibir o uso da bandeira dos Estados Unidos em futuros atos.

A declaração foi feita após a abertura de uma bandeira americana durante a manifestação de domingo (8), realizada em alusão ao 7 de Setembro e em defesa da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro e aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro.

Malafaia classificou o episódio como um “absurdo” e disse não saber de quem partiu a iniciativa. Ele levantou a hipótese de que a ação possa ter sido feita por “bolsonaristas desavisados” ou até por “esquerda infiltrada” com a intenção de desmoralizar o evento.

“Nas próximas manifestações que eu coordenar, não vai ter nenhuma bandeira americana estendida. Reprovo 1000%. Aquilo é independência, é Brasil, é povo brasileiro. O foco é a anistia”, declarou.

O pastor destacou ainda que a bandeira ficou aberta por pouco tempo e não deve desviar a atenção do objetivo central do ato.

Críticas ao PT

Malafaia também rebateu críticas de lideranças petistas, como o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), que condenaram a presença da bandeira americana na manifestação. Segundo ele, o PT não teria legitimidade para criticar, já que em seus atos políticos predominaria o uso da cor vermelha.

“Que moral tem o PT para criticar? Em todas as manifestações deles é o vermelho da bandeira comunista. Só ver as imagens de ontem em São Paulo”, afirmou.

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