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Hamas liberta 20 reféns em nova etapa do acordo de cessar-fogo com Israel

Foto: Divulgação/Governo de Israel - Matéria com informações do Portal SGC

Libertação faz parte do pacto mediado por EUA e países árabes, que prevê também soltura de prisioneiros palestinos

Troca de prisioneiros

O grupo Hamas libertou, nesta segunda-feira (13), 20 reféns israelenses que estavam em cativeiro desde o início da guerra em Gaza. A ação integra o acordo de cessar-fogo firmado entre Israel e o Hamas, com mediação dos Estados Unidos e de países árabes aliados.

Os reféns foram entregues à Cruz Vermelha Internacional e, em seguida, às Forças de Defesa de Israel (FDI), onde receberam atendimento médico após deixarem a Faixa de Gaza.

Acordo e contrapartidas

Em contrapartida, o governo israelense iniciou a libertação de cerca de 2 mil prisioneiros palestinos, incluindo 250 condenados à prisão perpétua. De acordo com a agência Reuters, os detentos embarcaram em ônibus da Cruz Vermelha com destino à Cisjordânia, à Faixa de Gaza e a outros países que aceitaram recebê-los.

O plano de paz, anunciado na última quarta-feira (8), prevê o fim definitivo dos combates em Gaza, a libertação de todos os reféns vivos e a devolução dos corpos das vítimas que morreram em cativeiro. O Hamas, porém, pediu mais tempo para localizar os restos mortais de algumas das vítimas.

Contexto do conflito

A libertação acontece dois anos após os ataques de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas sequestrou 251 pessoas em Israel. Segundo autoridades israelenses, 48 ainda estavam sob poder do grupo, sendo 28 delas já mortas.

Desde então, parte dos reféns foi libertada em trocas anteriores ou resgatada por operações militares.

Apoio internacional

A Turquia anunciou que formará uma força-tarefa humanitária para ajudar na busca e identificação dos corpos de reféns mortos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a Israel nesta segunda-feira e deve fazer um pronunciamento sobre o avanço do acordo, classificado por Washington como “um passo histórico para a estabilização do Oriente Médio”.

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