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Ex e atual rainhas brilham juntas: Juliana Alves e Mileide Mihaile sambam na Unidos da Tijuca

De volta ao Rio de Janeiro após dias de descanso, Mileide retomou oficialmente a intensa agenda que antecede o Carnaval 2026

A quadra da Unidos da Tijuca foi palco de um encontro simbólico e cheio de samba na noite de quinta-feira (8). Mileide Mihaile, atual rainha de bateria da escola, e Juliana Alves, ex-rainha e figura histórica da agremiação, mostraram que, na Tijuca, passado e presente caminham em harmonia.

De volta ao Rio de Janeiro após dias de descanso, Mileide retomou oficialmente a intensa agenda que antecede o Carnaval 2026. A influenciadora passou o Natal na Europa ao lado do filho, Yhudi, e celebrou o Réveillon em Fernando de Noronha antes de mergulhar novamente nos compromissos da folia.

O retorno marcou um momento especial: as comemorações pelos 94 anos da Unidos da Tijuca e a gravação de uma reportagem para o RJTV. Durante a entrevista, Mileide falou sobre o enredo e o samba que a escola levará à Marquês de Sapucaí, reforçando sua conexão com a comunidade.

Para a ocasião, a rainha de bateria apostou em um vestido prata de forte impacto visual, confeccionado artesanalmente em metal com pedras furta-cor. O figurino, assinado pelo stylist Lucas Andrade, levou 12 dias para ser produzido e pesava cerca de cinco quilos. Mesmo assim, Mileide não economizou energia ao sambar. “Quando estou sambando, não sinto nada. É uma alegria que me domina”, afirmou.

Ao longo da noite, ela usou dois figurinos e sambou sobre uma plataforma em meio aos ritmistas, sempre em sintonia com a bateria. Juliana Alves, por sua vez, também marcou presença, sambando na quadra e celebrando a união da escola. “Estamos unidos pelo samba, pela história e por um chamado que vem de longe”, escreveu a atriz nas redes sociais.

Neste Carnaval, a Unidos da Tijuca levará para a avenida uma homenagem à escritora Carolina Maria de Jesus, autora de Quarto de Despejo – O Diário de uma Favelada. O enredo reforça o compromisso da escola com a memória social, a representatividade e narrativas potentes da cultura brasileira.

Fonte: Humor Rondoniense

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