Dados do Censo 2022 mostram que cerca de 5,2% da população de Rondônia vive em favelas e comunidades urbanas com infraestrutura limitada. Embora o índice esteja abaixo da média nacional, o número revela uma realidade que ainda exige atenção.
Em Porto Velho, a situação é mais sensível. A capital concentra a maioria dessas áreas, com 68 das 74 comunidades identificadas no estado. Ao todo, 17,3% dos moradores da cidade vivem nesses locais, onde o acesso a serviços básicos como saneamento, segurança e urbanização ainda é um desafio.
Entre os exemplos mais conhecidos estão o bairro Nacional — considerado um dos maiores do país — e o Jardim Santana II.
Especialistas apontam que o crescimento dessas áreas está ligado à expansão urbana sem planejamento, à falta de moradia adequada e à desigualdade social.
Por trás dos números, estão famílias que enfrentam dificuldades diárias, mas que também seguem construindo suas vidas e buscando melhores condições.
Fonte: Humor Rondoniense







