Rondônia foi citada em uma análise nacional como um dos estados que podem representar dificuldade comercial para a exibição de Dark Horse, filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O ponto central não é a força eleitoral de Bolsonaro no estado, já que Rondônia foi proporcionalmente um dos locais onde ele teve maior votação em 2022. O problema apontado está na estrutura limitada do setor cinematográfico rondoniense.
Segundo os dados citados na análise, Rondônia conta com apenas nove complexos cinematográficos em funcionamento, entre cinemas de rua e salas instaladas em shoppings. Esse número reduz a capacidade de exibição simultânea e, consequentemente, o potencial de arrecadação do filme no estado.

A situação não é exclusiva de Rondônia. O levantamento aponta que a limitação de salas também afeta outros estados da Região Norte, com exceção do Amazonas, onde Manaus concentra uma estrutura maior de cinemas.
Com investimento estimado em até R$ 134 milhões, o filme precisaria alcançar grande bilheteria nacional para se tornar financeiramente viável. Pelas projeções do mercado, seriam necessários cerca de 15 milhões de espectadores pagantes em todo o país para atingir uma arrecadação considerada satisfatória.
Nesse cenário, Rondônia aparece como um caso curioso: embora tenha forte presença do eleitorado bolsonarista, a baixa quantidade de cinemas pode limitar o desempenho comercial da produção no estado.
Fonte: Humor Rondoniense







