Novos medicamentos, exames e estratégias de prevenção ampliam perspectivas contra o Alzheimer, mas cura parece distante para os médicos
Há décadas, o Alzheimer tem sido um desafio difícil para a medicina. Embora avanços recentes tenham reacendido a esperança de se chegar a uma cura desta forma de demência, ainda parece distante e inacessível à maioria da população o futuro em que esta doença possa ser erradicada
Na busca pela cura, dois novos fármacos e um exame de sangue pioneiro sugerem caminhos para enfrentar o Alzheimer. O primeiro remédio é o donanemabe, da Eli Lilly, capaz de retardar a progressão da doença em 30% dos pacientes quando usados na fase inicial. Também chama a atenção o lecanemabe, da Biogen e da Eisai. Administrado por infusão intravenosa, demonstrou retardar a progressão da doença em cerca de 27% durante 18 meses
Na busca pela cura, dois novos fármacos e um exame de sangue pioneiro sugerem caminhos para enfrentar o Alzheimer. O primeiro remédio é o donanemabe, da Eli Lilly, capaz de retardar a progressão da doença em 30% dos pacientes quando usados na fase inicial. Também chama a atenção o lecanemabe, da Biogen e da Eisai. Administrado por infusão intravenosa, demonstrou retardar a progressão da doença em cerca de 27% durante 18 meses







