Política

Aliados atribuem câncer de Bolsonaro a “perseguição”, mas médico descarta relação

Foto: HUGO BARRETO/METRÓPOLES - Matéria com informações do Metrópoles

Após a confirmação de que Jair Bolsonaro (PL) foi diagnosticado com câncer de pele, aliados do ex-presidente associaram a doença ao que chamam de “perseguição política”. A informação sobre o diagnóstico foi divulgada nesta quarta-feira (17/9), depois de Bolsonaro receber alta de um hospital particular em Brasília, onde ficou internado por um dia.

Parlamentares como Nikolas Ferreira (PL-MG), Gustavo Gayer (PL-GO) e Zé Trovão (PL-SC) afirmaram, nas redes sociais, que o problema de saúde seria resultado de pressões e ataques sofridos pelo ex-mandatário. “Bolsonaro está com câncer de pele. A facada, a prisão e a perseguição têm um objetivo muito claro”, escreveu Nikolas.

Apesar das manifestações, o médico responsável pelo tratamento, Cláudio Birolli, afastou qualquer relação entre o tumor e questões políticas. Segundo ele, o câncer é consequência de anos de exposição solar sem proteção. “Nem bonzinho nem agressivo”, descreveu o especialista, destacando que o quadro não é considerado grave.

Bolsonaro foi internado na terça-feira (16/9) após apresentar queda de pressão, soluços e vômito. Durante os exames, foram identificadas lesões na pele, que passaram por biópsia e resultaram no diagnóstico. O ex-presidente deverá retirar os pontos em cerca de duas semanas, mas o procedimento pode ser feito em casa.

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