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Além da copa, chegada das festas juninas também aquecem comércio no centro de Porto Velho

Com decoração temática e calendário de eventos, lojistas veem oportunidade de atrair consumidores para a região central

Com a Copa do Mundo em andamento e a chegada das festas juninas, o comércio de Porto Velho vive uma nova expectativa de movimento. Entre o verde e amarelo da torcida e o xadrez típico dos arraiais, lojistas apostam no calendário de eventos para atrair clientes e ampliar as vendas.

Datas comemorativas costumam ter reflexo direto no comércio

No centro da capital, datas comemorativas costumam ter reflexo direto no comércio. Camisas, acessórios, tecidos, chapéus, roupas caipiras e itens para festas entram na lista de procura de quem aproveita o período para comprar, pesquisar preços e circular pelas lojas físicas.

A proposta da Prefeitura, ao investir na valorização da região central e na decoração temática da Copa, também acompanha esse movimento. A cidade mais colorida e convidativa estimula a circulação de famílias, consumidores e visitantes em áreas tradicionais de comércio.

O prefeito Léo Moraes destacou que o calendário de eventos é uma oportunidade para fortalecer a economia local e valorizar quem gera emprego e renda na capital.

“A Copa, as festas juninas e os grandes eventos da cidade movimentam as pessoas, e onde tem gente circulando, tem oportunidade para o comércio. Quando a Prefeitura investe no centro, na organização dos espaços e em ações que atraem a população, a gente está fortalecendo também o lojista, o trabalhador e o pequeno empreendedor”.

Para a presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Velho, Joana Joanora das Neves, o aumento da circulação de pessoas representa uma oportunidade direta para os comerciantes.

“O aumento da circulação de pessoas representa mais oportunidades de negócios para os comerciantes. Um centro mais movimentado gera maior visibilidade para as empresas, impulsiona as vendas, fortalece o comércio local e contribui para a sustentabilidade dos empreendimentos que atuam na região”.

Do verde e amarelo ao xadrez junino

Maria de Fátima acredita que a combinação entre copa e festas juninas cria um momento positivo para as vendas

Nas lojas, o movimento acompanha o calendário. De um lado, a Copa aumenta a procura por produtos nas cores do Brasil, acessórios e roupas temáticas. De outro, as festas juninas aquecem a venda de tecidos, vestidos, camisas xadrez, chapéus, adereços e produtos ligados aos arraiais.

Para os comerciantes, o período é uma chance de atrair clientes que passam pelo centro, observam as vitrines e aproveitam o clima festivo para consumir.

A comerciante Maria de Fátima, que atua na região central há mais de duas décadas no Caí N’Água, acredita que a combinação entre copa e festas juninas cria um momento positivo para as vendas.

“Ah, esse ano tá bem mais animado, aqui a expectativa é grande, a rua pintada, com certeza trás mais gente pro comércio daqui, que estávamos realmente precisando, estou há mais de 20 anos aqui, e precisamos que os clientes possam gostar de vir aqui”

Além das lojas, o impacto também chega a outros segmentos, como lanchonetes, vendedores ambulantes, costureiras, lojas de aviamentos, pequenos prestadores de serviço e empreendedores da alimentação.

Mais do que datas no calendário, Copa e festas juninas se transformam em oportunidades para movimentar a economia, valorizar o comércio físico e aproximar a população do centro.

Entre bandeiras, vitrines, tecidos coloridos e chapéus de palha, Porto Velho entra no ritmo da festa, e o comércio também.

Texto: Helen Paiva

Imagens: Hellon Luíz 

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)  

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